A calvície é causada pela testosterona, um hormônio que quando em desequilíbrio, provoca a queda dos fios, sendo o maior responsável pela condição mais temida por homens e mulheres.  Apesar disso, a calvície androgenética é capaz de atingir de maneira intensa as mulheres que apresentam altos níveis de testosterona ou de estrogênio, além de outros desequilíbrios hormonais.

O DHT (di-hidrotestosterona), um esteroide em forma densa do hormônio testosterona, é o maior perigo quando o assunto é calvície. Ele implica a redução do crescimento de cabelo nos folículos pilosos até sua inibição e é 3x mais potente que a testosterona. Quanto maior o número de receptores de DHT nos folículos pilosos, maior a tendência de queda dos fios.

Nas mulheres, o uso de pílula anticoncepcional, variações no ciclo menstrual, ovários policísticos, gravidez e menopausa são alguns agravantes hormonais para o quadro de calvície androgenética. A calvície feminina geralmente apresenta-se com um afinamento difuso dos fios em toda parte do couro cabeludo.

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Normalmente perdemos de 50 a 120 fios de cabelo por dia, fios estes que são renovados posteriormente. À medida que envelhecemos, esse processo de renovação pode ficar mais lento, fazendo com que a perda dos fios se torne mais evidente com a menor quantidade de cabelo no couro cabeludo.

A calvície é incurável e a hereditariedade é um fator crucial para sua condição, porém existem procedimentos que podem resolver este problema, como a cirurgia de transplante capilar. Procure um profissional de confiança para a realização da cirurgia e recupere sua autoestima!

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